Primeiro, para o carro começar a andar, você pisa na embreagem, engata uma marcha e vai pisando no acelerador com a mesma velocidade e delicadeza que vai tirando o pé da embreagem. Em determinado momento, você irá perceber um ponto de equilíbrio e percebe que o carro começa a andar. Em outras palavras, você conseguiu uma comunicação com ele e agora ele está te obedecendo.
Feito isso, vamos pra segunda parte que é guiar o carro, e para isso você irá usar o chamado volante.
Existe muita física mecânica envolvida no processo de dirigir. O carro trabalha com força e velocidade. Em algum momento, você irá notar que o carro não precisa mais de tanta força para andar, pois ele já saiu do seu estado de inércia e ganhou um pouco de velocidade. Seguindo isso, chegamos à terceira parte: Trocar de Marcha. Enquanto a força que o carro usa diminui, a velocidade aumenta e nesse caso, é preciso trocar de marcha. O raciocínio é bem lógico e fácil. Quando maior o número de marcha, maior a velocidade e menor a força que o carro precisa pra executar o movimento.
Você consegue sentir quanta força o carro precisa fazer e alia isso a velocidade que você deseja que ele atinja. O carro tende a te obedecer com níveis de resposta brutos, ou seja, dirigir um carro, qualquer que seja, é um ato mecânico e lógico.
Só uma observação: Dirigir é uma tarefa simples e fácil pois é uma coisa mecânica mas exige um pouco de prática e coordenação motora do indivíduo.
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